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Joy Division – An ideal for living (1978)

ago
27


Taí o raro EP An ideal for living, o lançamento do Joy Division, com a polêmica capa do Juventude de Hitler, em 1978, a ‘primeira’ aparição deles depois de desistirem de ser Warsaw. Quatro faixas mostram uma banda ainda crua (se é que algum dia o JD foi realmente uma banda bem acabada…). Lendo Touching from a distance, da Deborah Curtis, a história desse EP é bem controversa – foram financiados, a banda não estava nem aí porque já visualizavam outras coisas -, mas o resultado chamou a atenção justamente de Tony Wilson. A partir daí, o resto é história e lendas…

1. “Warsaw”
2. “No Love Lost”
3. “Leaders Of Men”
4. “Failures”

Ouça “Failures”

[audio http://www.speculum.art.br/mojo/downloads/failures.mp3]

Depois, você pode dar um pulo aqui para ‘testar’ o EP.

Peter Murphy vai de hype

jul
10

Que o Joy Division está bombando este ano, todo mundo já sabe. Então, nada mais natural que o jurássico Peter Murphy resgatasse uma das canções da banda para florear seus shows. Faz sentido, ele era da época. Ouça ai “Transmission”:

[audio http://boxstr.com/files/2664858_g03eq/PM-Transmission.mp3]

Joy Division, o documentário

jun
18

Na temporada em que o mundo redescobriu Ian Curtis, dois longas ilustram a trajetória do mártir pós-punk: Control, de Anton Corbijn, aposta no preto e branco tendo como base o livro de Deborah Curtis, viúva do cantor. Joy Division, de Grant Gee, finca-se apenas no preto ouvindo todos os demais “envolvidos”, menos Deborah (embora seu livro seja citado em vários trechos do filme). Enquanto o primeiro filme dramatiza a história do vocalista, o segundo tenta documentar o período, num esforço interessante de contar a história da banda.

Grant Gee, que tem no currículo no excelente Meeting people is easy (documentário que flagra os traumas do Radiohead pós Ok computer), coloca seus “personagens” na parede e os deixa falar, falar e falar. Optando por esse formato convencional de documentário, Gee acaba por hiperbolizar a história da banda, que por si própria tomou dimensões estratosféricas após o suicídio de Ian Curtis, em maio de 1980, às vésperas da primeira turnê norte-americana do grupo.

Esta nova mitificação do mito serve para colocar várias peças em seus devidos lugares, principalmente entre os três integrantes do Joy Division: Peter Hook, Bernard Sumner e Stephen Morris abrem o coração para o cineasta em um mea-culpa composto por “50% de tristeza, 50% de raiva” (palavras do baterista) em relação ao ato final do amigo. “Nós só fomos prestar atenção às letras quando Deborah as publicou em um livro. Pensamos: era disso que ele estava falando?”, diz um entrevistado.

Sumner fala pausadamente; Morris fala desajeitamente, rindo – aparentemente de nervoso – nas lembranças mais dolorosas; Hook é um tosco que virou baixista e faz questão de deixar isso bem claro, mas é responsável por uma das declarações mais fortes do documentário: “A única coisa que me arrependo em minha vida foi não ter ido ao funeral”. Boa parte do valor do documentário está nas declarações destes três homens que evitaram durante anos falar sobre o assunto.

Gee, ainda, conseguiu reunir peças importantes para recontar a história de uma das bandas mais importantes de Manchester: o jornalista e empresário Tony Wilson, o designer Peter Saville, o fotógrafo Anton Corbijn, o músico Pete Shelley (Buzzcocks) e a jornalista (e amante/namorada) de Ian Curtis, Annik Honoré, entre outros nomes. Também reuniu um acervo de imagens raras da época de registros de shows em vários lugares, cuja baixa qualidade apenas aguça a curiosidade do espectador.

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The best of Joy Division

abr
14

Disco 1

1. Digital
2. Disorder
3. Shadowplay
4. New Dawn Fades
5. Tansmission
6. Atmosphere
7. Dead Souls
8. She’s Lost Control
9. Love Will Tear Us Apart
10. These Days
11. Twenty Four Hours
12. Heart and Soul
13. Incubation
14. Isolation

Disco 2

1. Exercise One
2. Insight
3. She’s Lost Control
4. Transmission
5. Love Will Tear Us Apart
6. Twenty Four Hours
7. Colony
8. Sound of Music
9. Transmission
10. She’s Lost Control
11. Interview (Por Richard Skinner com Ian Curtis e Stephen Morris)

Sim, todo mundo tem. Mas esse vale bem a pena pela sessão John Peel do disco 2.

Faça um teste da parte 1 aqui e da parte 2 aqui

Esse é o mês do Joy Division

mar
10

Outro dia estava comentando que o Joy Division nunca foi tão “hype” no Brasil quanto agora. Reflexo, óbvio, de tanto bafafá sobre a banda lá fora e as bandas laboratórios euroforma que abundam calcadas no legado de Ian Curtis. O Joy Divison é a segunda pior melhor banda de todos os tempos (a primeira é Ramones) e a minha preferida – ever. Se não bastasse ser o Joy Division, depois da morte de Curtis, ainda surgiu o New Order. Ninja!

Bom, e por que diabos é o mês JD? Porque além de Control, o filme baseado na vida de Ian, também passa na mostra É Tudo Verdade, o documentário Joy Division, de Grant Gee. Repleto de imagens da época, com depoimento dos membros da banda, de Tony Wilson, dos Buzzcocks, é realmente uma obra-prima de narrativa rocker. Assistam, se puderem. Começa a ser exibido no dia 26.

Enquanto isso, resgato uma das apresentações da banda na BBC, em 79 (também é exibida no documentário):

[youtube http://www.youtube.com/watch?v=JCVHAjTBb1U]

Aqui está o trailer do documentário:

[youtube http://www.youtube.com/watch?v=n2v4UwEiO-g]

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Now playing: Johnny Cash with Hank Williams Jr. – That Old Wheel
via FoxyTunes