Swing Youth
out26
Essa banda não esconde a influência e quem querem realmente homenagear (ou copiar). Ouça que tenho certeza que você vai sacar rapidinho quem é.
Mais em:
www.myspace.com/weareswingyouth
Essa banda não esconde a influência e quem querem realmente homenagear (ou copiar). Ouça que tenho certeza que você vai sacar rapidinho quem é.
Mais em:
www.myspace.com/weareswingyouth
Trecho da entrevista que fiz com Kev, do Elefant.
- Black magic show brought different reactions, some people thinking that you had evolved, others saying that you lost the hand. Somehow the album may be a kind of Kid A from you, because the sound it has is more tense and less easy than the first album?
It’s a very different album than SMMP. The aesthetic quality ended up being almost directly opposite of SMMP. We write a lot of songs, but were unable to release a follow up to SMMP for over 3 years. Therefore, there was no bridge album between the sounds of the records. A band’s first album often defines their sound or provides the blueprint. Due to many reasons, the sound of BMS was in contrast to SMMP, which was bound to cause mixed reactions among critics and fans.
Final de semana eu jogo no ar.
Este quarteto de Edinburgh, que começou a carreira em Glasgow, já tem 6 anos de vida, mas acaba de lançar seu primeiro disco oficial: These four walls.
Seguem bem a linha de outro representante escocês, o Snow Patrol. Bom, tem gente que detesta, mas eu acho bacana. Ouça e tire suas conclusões.
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Se você quer saber o que vai acontecer com a música instrumental no futuro então ouça TYFT e Big Air. Ambos estão entre o que há de mais criativo e novo no cenário musical europeu. Ouvi-los é dar um passo à frente, em direção à música das próximas décadas.
TYFT é um trio liderado pelo guitarrista islandês Hilmar Jensson. É uma verdadeira paulada sonora. Apesar de ótimos, eles ainda são desconhecidos por boa parte da grande mídia, principalmente fora da Europa. Isso mesmo depois do disco Meg Nem Sa, de 2006, ter sido aclamado pela crítica especializada como um dos melhores trabalhos de jazz rock desta década. Para quem é surpreendido pelo som da banda (como eu fui), o TYTF acaba demostrando que a música não tem limites e sempre vai ser capaz de se transformar em algo inovador, difícil de nomear.
Formado por Hilmar Jensson nas guitarras e na programação dos sons eletrônicos, Jim Black na bateria e o multi-instrumentista Andrew D’Angelo, o TYFT é um som novo que está no imenso espaço existente entre o jazz e o rock. Difícil de enquadrar, ótimo de ouvir.
O pessoal do TYFT toca junto desde os tempos de escola de música, em Berklee, nos Estados Unidos. Apesar de se conhecerem há tanto tempo, o grupo só se formou recentemente. Mais experientes, os músicos foram então capazes de levar muitas inovações para as composições. Jensson, que não é um guitarrista muito chegado ao uso de acordes, é um fera em criar riffs e usa um laptop para gerar sons enquanto a banda toca.
Completo aqui