Vamos combinar que essa história de folk já deu no saco, né? Pois é, mas também é paradoxal porque muito das coisas boas vem do gênero. Caso da roliça Samantha Crain e seus Midnight Shivers (a foto acima disfarça bem
).
A banda acabou de lançar um disco bem consistente, com canções “folk” mas com uma veiazinha pop. Provavelmente é o tipo de banda que não vai muito longe – Samantha talvez, se mudar um pouco o estilo. Mas se o álbum é bom, vale, sim, conferir, como essa “Songs in the night”

Respeito todas as formas de ser e de pensar. E de opinião.
Vou considerar algumas coisas a respeito do post sobre Samantha Crain.
Primeiro, você já ouviu o príncípio da obra de Janis Joplin?
Segundo, você sabe qual é um das raízes dos Rolling Stones? (Folk, lord)
Terceiro, roliça, sim. Fora dos padrões da mídia e do marketing (shape) tão comum às “cantoras” atuais – quase invariavelmente sem nenhum talento;
Quarto, a banda pode até não ir longe. Mas não creio que isto seja também a ocupação primeira do grupo – leia matéria do NYT e entenderás. Então não é também o caso de mudar o ‘estilo’. Aliás, qual é o ‘estilo’ apropriado?
Quinto, as letras são importantes, claro, associadas a ritmo e melodia.
Songs in the Night é um bom exemplo. Mas tem mais. Rising Sun, etc.
Olá Berlitz,
Se você prestar atenção no que tá escrito, verá que eu gostei do som, mas que mesmo assim ando de saco cheio desta onda ‘folk’ que assola o universo indie. E como várias outras bandas que surgiram e sumiram, também acho que isso pode acontecer com a Samantha. Será apenas uma brisa de curta duração, na minha opinião, mas deixará algumas boas canções. Agora, o post nem foi um tratado ‘folk’ e comparar Samantha à Janis Joplin e Rolling Stones devo entender como uma boa piada.
We are preparing an exhibit on Oklahoma Women in Rock and I found Samantha Crain as one of your posting. I am asking permission to use the image in our exhibit. Also, I will need to know how you want the image credited: Courtesy danilocorci or something else? Please let me know at your earliest convenience. Thank you (merci beacoup!)