SHOWTIME

Puro show e nada mais. É bem isto mesmo o enredo do filme "Showtime", do diretor Tom Dey e com os dois mega-astros Robert De Niro e Eddie Murphy. Mais uma vez, o legítimo caso que assola o cinema americano: bom argumento, péssima execução. 

Mas calma lá. Não estou dizendo que o filme é ruim demais. Nada disto. É engraçado. Conta com uma boa produção também. Eddie Murphy volta a brilhar no seu estilão cômico depois dos desastres de "Professor Aloprado 2" e "Dr. Doolittle 2". As continuações não são o forte do rapaz. 

A ANATOMIA DO DISCURSO DE FEDERICO ANDAHAZI

Federico Andahazi nasceu em Buenos Aires, na incandescente década de 1960, mais precisamente em 1963. Formado em Psicologia, sua grande paixão foi a Literatura, graças a enorme bagagem cultural e tradição da Argentina no mundo literário. Por trinta anos se dedicou a sua profissão academia, a de psicólogo, e em 1995 adentrou à literatura com dois contos: “Las Piadosas” e “Por Encargo”. Eis que começa sua saga como um dos autores mais bem sucedidos da literatura Argentina contemporânea.

SOBRE MENINOS E LOBOS

Sean Penn 

passou de uma carreira de marasmos para o status de um dos mais talentosos atores de sua geração. Em parte, tudo se deve as suas acertadas escolhas de filmes, sempre no meio termo entre alternativo completo e um blockbuster. Digamos, um filme de Hollywood com caras e cores alternativas.

HEY HO, LET’S GO

A bola da vez é mesmo o punk rock. E se isso é um fenômeno mundial, o Brasil, que geralmente sempre corre atrás do prejuízo, parece estar um pouco mais esperto com a situação. Porém, ainda continuamos a pegar o bonde da história com ele em pleno movimento.

MARQUES REBELO (1907 - 1973)

Eddy Dias da Cruz não é um nome muito conhecido dos leitores brasileiros, 
mas Marques Rebelo sim. Filho do químico Manuel Dias da Cruz Neto e de Rosa Reis Dias da Cruz, Rebelo nasceu a 6 de janeiro de 1907 em Vila Isabel, Rio de Janeiro, e morreu a 26 de agosto de 73. 

AINDA HÁ ESPAÇO PARA O ABSTRATO?

De maneira bem geral, a arte abstrata é um estilo celebrado por não conter uma representação de formas ou objetos. Este representação pode ser diferente em várias maneiras, incluindo formas, cor, textura, etc. Às vezes, pega-se um objeto e simplifica-o ou cria-se um exageiro, formando este abstrato. Algumas das mais famosas representações artísticas tem o abstrato como referência: Cubismo, Neoplasticismo, Expressionismo Abstrato, por exemplo. Nome surgem aos montes: Picasso, Mondrian, Braque, Rothko e Pollock.

JAZZ, PINTURA E SONHOS...

Os sonhos são coloridos? Se depender de Stephen Henriques, um californiano radicado no Brasil, os sonhos não são somente coloridos como também altamente influenciados pela música. A Galeria Arvani investiga este lado do artista com a exposição "Moody Índigo", com vinte óleos sobre telas. 
Viciado em jazz, Stephen Henriques diz sua paleta traz as cores e sensações do som apaixonado do estilo. Ao mesmo tempo coloridos e esfumaçados, seus trabalhos revelam paisagens urbanas oníricas, que remetem rapidamente à ilusão musical e porque não, à ilusão artificial de elementos químicos. 

A DÉCADA DE 80 NÃO FOI PERDIDA

O MAM, em sua sede principal, abriga uma mega-mostra com 49 obras de 37 artistas que foram referências nas artes visuais entre 1983 e 1987 e faz um levantamento da década que içou o curador como figura chave. 

UMA LENDA DO CINEMA

Levantar de sobrancelhas

MÁRIO DE ANDRADE (1893 - 1945)

O artista do inacabado inventor de Macunaíma que afirmava: ''Eu Sou Trezentos, Sou Trezentos-e-Cincoenta'' e atendia pelo nome de Mário Raul de Morais Andrade, nasceu em São Paulo a 9 de outubro de 1893, na rua Aurora nº 390, na Paulicéia Desvairada. 

Começou a estudar piano por volta dos 16 anos, ou seja, tarde para quem pretendia ser concertista. Suas primeiras professoras foram sua mãe e, principalmente, sua tia Ana Francisca de Leite Morais, a qual era muito boa pianista.